Morre o ator Michael Clarke Duncan aos 54 anos

04/09/2012

Faleceu nesta segunda-feira (3) o ator Michael Clarke Duncan, conhecido por seu trabalho em “À espera de um milagre”, estrelado por Tom Hanks. A informação é da agência Associated Press.
Duncan tinha 54 anos de idade e também atuou em filmes como “Sin city – A cidade do pecado”, “O planeta dos macacos” e “Armaggedon”. No dia 13 de julho, o ator sofreu uma parada cardíaca, tendo sido reanimado por sua noiva. Na época, o site TMZ observou que o procedimento era surpreendente, dado que Duncan pesava cerca de 150 quilos.

Desde então, ele estava internado. Ainda em julho, os médicos chegaram a registrar que seu “batimento cardíaco estava muito forte”. Conhecido por seu porte físico avantajado, Duncan também chegou a contracenar com Charlie Sheen como convidado especial do seriado “Two and a half man”, na pele de um jogador de futebol americano.

Nesta segunda, o TMZ informou que Duncan morreu “de repente”. Citando fontes não identificadas, o site escreve que Omarosa, por alguns instantes, deixou o quarto em que o ator estava internado, em Los Angeles. Quando ela retornou ao local, ele já estava morto. Michael Clarke Duncan iniciou sua carreira em 1995, e em seus primeiros trabalhos costumava ser escalado para o papel de segurança ou guarda-costas. Curiosamente, no entanto, seu papel de maior destaque foi o de um prisioneiro sensível e de poderes sobrenaturais, em “À espera de um milagre”.

Um grande homem para a humanidade

31/08/2012

O primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong, será sepultado em uma cerimônia privada para família e amigos nesta sexta, segundo divulgação da família do astronauta. Armstrong faleceu no dia 25 de agosto, aos 82 anos, por complicações ligadas a uma cirurgia no coração.
Armstrong foi o comandante da Apollo 11, missão que chegou à Lua em 20 de julho de 1969. Ao ser o primeiro ser humano a pisar em outro corpo celeste, Armstrong proferiu a frase: “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade.”
Nascido em 5 de agosto de 1930, Armstrong foi piloto da Marinha dos Estados Unidos entre 1949 e 1952 e lutou na Guerra da Coreia. Em 1955, se formou em engenharia aeronáutica pela Universidade de Purdue e se tornou piloto civil da agência que precedeu a Nasa, a Naca (Conselho Nacional de Aeronáutica).
Na cidade natal do primeiro homem na Lua, Wapakoneta, o Museu do Ar e Espaço Armstrong, prepara uma homenagem chamada “Pisque para a Lua”. Em nota oficial, a família de Armstrong pediu: “A próxima vez que você der um passeio em uma noite clara e vir a Lua sorrindo para você, lembre de Neil Armstrong e dê uma piscadela para ele.”

Saiba mais sobre a biografia de Neil Armstrong aqui: http://migre.me/awf7a

Reveja vídeos do pouso na Lua: http://migre.me/awf7I

Tristeza para as guitarras

06/08/2012

Compositor do sucesso “Aumenta que isso aí é Rock’n’Roll”, Celso Blues Boy deixa hoje o rock brasileiro de luto. O cantor faleceu na manhã desta segunda-feira, em Joinville, onde morava. Com 56 anos, Celso Ricardo Furtado sofria de câncer na garganta. O corpo já foi encaminhado para Blumenau, onde vai ser cremado.
Celso Ricardo Furtado de Carvalho nasceu no Rio de Janeiro, em janeiro de 1956. O cantor e guitarrista começou a tocar profissionalmente na década de 1970, com apenas 17 anos, iniciou sua carreira com Raul Seixas, além de acompanhar Sá & Saraiba e Luiz Melodia. Seis anos depois, montou a banda Legião Estrangeira. A fama veio a partir de 1980, quando mandou uma fita para a Rádio Fluminense, no Rio, voltada para o repertório roqueiro.

Nem parece morte

29/06/2012

O Bosque In Memorian está localizado no Crematório Parque Saint Hilaire

Há alguns anos começaram a pipocar no Brasil serviços que transformam os velórios em pequenos espetáculos, com execução de harpa ou violino ao vivo, chuva de pétalas de rosa, revoada de pombos, bufê, música ambiente, transmissão pela internet e efeitos especiais (em um auditório, parentes e amigos assistem ao caixão ser elevado por uma sistema mecânico até sumir por uma abertura no teto, como se chegasse ao céu). Como bem diz o proprietário de uma funerária ouvido pela Folha de S. Paulo, as empresas passaram a tratar a morte “como mais um evento social, nesse caso o último da pessoa e o mais importante”.

Crematórios não ficam atrás. As cinzas podem ser transformadas em pedras semelhantes a diamantes ou espalhadas pelo espaço sideral, graças à parceria de empresas brasileiras com funerárias americanas. Já uma artista plástica oferece também a possibilidade de pintar quadros usando as cinzas como uma de suas matérias-primas.
Mesmo as homenagens aos que se foram têm sido, digamos, repaginadas. Em alguns cemitérios de São Paulo, o Dia de Finados tem sido transformado em acontecimentos familiares nos quais psicólogos falam às crianças sobre o luto – não sem antes elas terem passado por pula-pulas e outros brinquedos típicos e “biscoitos da saudade” terem sido oferecidos aos visitantes. Cemitérios paulistas, aliás, têm se esforçado para se parecerem mais com aprques, com imensas áreas verdes nas quais se encontram os túmulos.

Em Porto Alegre, o Grupo Cortel é pioneira em serviços e diferenciais. Um dos principais diferenciais que compõem o serviço dos empreendimentos é a possibilidade de realização de cerimoniais diferenciados. São diversas alternativas disponibilizadas aos familiares e dentre elas se destaca a possibilidade de escolha de música de acordo com a preferência do ente querido ou da família, que vão desde os clássicos aos populares, além de outras opções de homenagens como o Forever, o Portal In Memorian, o Bosque In Memorian, opção de velório on-line, dentre outros.

3 anos sem o Rei do Pop

25/06/2012

No dia 25 de junho de 2009 o mundo perdeu o seu rei do pop. Michael Jackson morreu em casa, sob circunstâncias estranhas, às vésperas de uma turnê que marcaria sua volta aos palcos. Deixou fãs inconsoláveis, dívidas milionárias e uma obra valiosa.
Além do terceiro ano de falecimento do cantor, em 2012 o álbum “Bad” de Michael Jackson também completa 25 anos. Na onda de comemorações, a gravadora Sony relançou o primeiro single do disco, “I Just Cant Stop Loving You”, com uma faixa bônus inédita intitulada “Don’t Be Messin’ ‘Round”.
Segundo o site The Atlantic, Jackson tinha o hábito de escrever e gravar dezenas de músicas para cada novo projeto. Em determinado momento, ele pensou em fazer um álbum triplo para “Bad” porque tinha muito material de qualidade.
Para as comemorações, a gravadora vai lançar um álbum cheio de material inédito das sessões de “Bad”. Além do DVD, a caixa “Bad 25” incluirá um CD bônus com músicas inéditas. Apesar dos nomes das canções não terem sido revelados, a gravadora Sony garante que haverá “demos e canções que ficaram de fora da versão original do disco”.

Michael Jackson – Thriller

Adeus a Cláudia Meneghetti

18/06/2012

Foto: Andréa Graiz / Agencia RBS

Faleceu neste domingo a atriz gaúcha Cláudia Meneghetti aos 53 anos. Porto-alegrense, Cláudia iniciou a carreira artística como cantora e foi levada para o teatro em 1978, pelas mãos do diretor e dramaturgo Carlos Carvalho. Ao longo da carreira, trabalhou com grandes nomes da dramaturgia local, como Luiz Eduardo Crescente e Dilmar Messias. Seu trabalho de maior repercussão e sucesso foi na década de 1980, na comédia “A Verdadeira História de Édipo Rei”, paródia do mito grego e da peça de Sófocles.

Cláudia também se dedicou nos anos 1980, ao cinema, ganhou dois Kikitos de melhor atriz no Festival de Gramado pelos curtas “Colombina Forever”, de David Quintans e “Madame Cartô”, de Nelson Nadotti, ambos de 1985.

Nos anos 2000, encenou o monólogo “Eternamente Dorothy” (do mesmo Toninho Neto), pelo qual ganhou um troféu Açorianos. Depois disso, passou quase uma década afastada dos palcos, em trabalhos no rádio, mas retornou em 2008 na peça “Homens”, do diretor Bob Bahlis. Em seguida, entrou para o elenco de “Dez (Quase) Amores”, adaptação do livro homônimo da escritora Claudia Tajes, na qual ficou até o início de 2012, quando participou da temporada no Porto Verão Alegre.

Morre Carlos Reichenbach, um dos mais importantes criadores do cinema brasileiro

15/06/2012

Foto de Marcelo Félix/UFSCar

A vida perde muito de seu brilho e nunca mais é representada do mesmo modo quando morre um cineasta criativo e autoral. São Paulo ficou um pouco mais cinza e triste nesta quinta-feira (14) com a morte do cineasta Carlos Reichenbach. Ele foi vítima de um infarto na data em que completou 67 anos. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.
Apesar de ter nascido em Porto Alegre, Reichenbach trabalhou majoritariamente em São Paulo, tendo dirigido 22 filmes, entre eles Garotas do ABC, Dois Córregos – Verdades Submersas no Tempo, Lilian M.: Relatório Confidencial e A Ilha dos Prazeres Proibidos. Falsa Loura é o filme mais recente dele, foi lançado em 2007.
Além dos trabalhos que assinou como diretor, ele trabalhou como diretor de fotografia em 38 títulos e assinou roteiro e produção de algumas obras. Carlos Reichenbach era um grande defensor do cinema brasileiro autoral, tendo participado de diversos movimentos, além de ter lecionado cinema na Universidade de São Paulo (USP).

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