Lidando com a dor do luto

25/10/2012

Algumas décadas atrás, as crianças não costumavam ir a funerais com muita frequência. Pensava-se que era necessário protegê-las da dor da perda de um ente querido. Conforme as pessoas passaram a viver por mais tempo, a necessidade de abordar o tema da morte começou a ser adiada. Nesta semana o caderno Meu Filho do jornal Zero Hora publicou uma matéria do The New York Times sobre o tema. A reportagem aborda o ponto de vista de que as crianças devem estar tão envolvidas com o processo de luto quanto os adultos, refletindo uma crença cada vez mais comum de que é melhor para as crianças que a tristeza seja reconhecida e que elas se sintam autorizadas a chorar na companhia de parentes e amigos.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

Não estamos preparados para perdas traumáticas

14/09/2012

Uma morte ou uma separação. É um choque para quem sofre uma perda. Mas nossa cultura não nos prepara para lidar com essas situações traumáticas. Jogamos essas emoções incômodas para debaixo do tapete, evitando os rituais necessários para aceitar e superar a dor. Hoje, o luto é uma das questões que mais mobilizam psicólogos, educadores e profissionais de saúde. Em 288 páginas, o livro “Formação e Rompimento de Vínculos” traz diversas análises sobre como os indivíduos e suas comunidades enfrentam a vida após a morte de um ente querido.

Há razões para o maior interesse dos pesquisadores contemporâneos com o dilema das perdas: o envelhecimento da população, as imposições econômicas na prestação de serviços de saúde, o aumento das situações de morte em massa, seja por acidente ou por atos de terrorismo.

A obra ainda cita como o luto começou a ser estudado no século 17, quando foi publicado o livro “The Anatomy of Melancholie” (A Anatomia da Melancolia), em 1621. Nesse livro, o acadêmico inglês “Robert Burton” entendia que o pesar gerado por uma perda era tanto sintoma como causa principal da melancolia, hoje definida como depressão clínica.

A saudade e a continuação da vida

06/09/2012

O Cemitério Parque Memorial da Colina (Frederico Augusto Ritter, 6221) promove neste sábado, após a missa das 10h, a edição de setembro da palestra “Como enfrentar o luto”. O tema deste mês é “A saudade e a continuação da vida”. A iniciativa faz parte do Ciclo de Palestras 2012 do Projeto de Apoio a Enlutados (PAE), que tem o objetivo de proporcionar um espaço para abordar os aspectos que envolvem o luto. A palestra de apoio fica a cargo da psicóloga Adriana Binotto, diretora da AB – Clínica de Psicologia e Apoio ao Luto e especialista em atendimento clínico do luto.

Mais informações no site www.memorialdacolina.com.br ou pelo telefone (51) 3470-8311.

Crianças são capazes de lidar com o luto

05/09/2012

A psiquiatra suíça Elisabeth Kübler-Ross (1926-2004), conhecida por ser autora do livro On Death and Dying (Sobre a Morte e o Morrer, em tradução livre), que estabeleceu o modelo de Os Cinco Estágios do Luto (saiba mais abaixo); afirmava que esconder a morte e o morrer das crianças, imaginando estar protegendo-a, era um erro. Ao fazer da perda de alguém um assunto tabu, Elisabeth dizia que as pessoas próximas à criança estariam provocando medo e desinformação a ela.

Portanto, as crianças são capazes de saber e de falar sobre a morte e, consequentemente, o luto. Assim como um adulto, as reações físicas e emocionais ao processo de luto em uma criança são similares. Então, o que difere um adulto de uma criança é justamente a maturidade, ou habilidade cognitiva. Em função da pouca experiência com a morte, a criança é muito dependente do apoio dos adultos para compreender bem o que está acontecendo naquele momento.

O apoio do adulto a uma criança consiste em ouvir as preocupações e as dúvidas, fornecendo por meio de palavras o conforto e o bem-estar. Inclusive, questionamentos e esclarecimentos devem ocorrer com naturalidade, sem a necessidade de acontecerem no momento da perda de alguém próximo. Para isso, a abordagem do assunto poderia ocorrer durante o processo de aprendizagem. Ou seja, em escolas, na forma de um projeto interdisciplinar (educação, filosofia, psicologia, entre outras ciências).
Desta forma, enquanto a criança desenvolve suas habilidades cognitivas, emocionais e psíquicas, a escola estará preparando-a para a vida. Uma vida que será marcada por alegrias, mas também tristezas – como a morte.

O Modelo de Kübler-Ross, também chamado de Os Cinco Estágios do Luto, consiste em etapas pelo qual as pessoas passam ao lidar com a perda.

1) Negação e Isolamento: “Isso não pode estar acontecendo.”
2) Cólera (Raiva): “Por que eu? Não é justo.”
3) Negociação: “Me deixe viver apenas até meus filhos crescerem.”
4) Depressão: “Estou tão triste. Por que me preocupar com qualquer coisa?”
5) Aceitação: “Tudo vai acabar bem.”


Fonte: Saúde e Educação / Clínica AB de Luto

Palestra de Apoio a Enlutados em Canoas

21/08/2012

O Cemitério Parque Jardim São Vicente (Avenida Santos Ferreira, 3721 – Canoas), promove neste sábado (25), após a missa das 15h, a palestra “Como enfrentar o luto”. A iniciativa faz parte do Ciclo de Palestras 2012 do Projeto de Apoio a Enlutados (PAE), que tem o objetivo de proporcionar um espaço para abordar os aspectos que envolvem o luto. A palestra de apoio fica a cargo da psicóloga Adriana Binotto, diretora da AB – Clínica de Psicologia e Apoio ao Luto e especialista em atendimento clínico do luto.
Segundo a psicóloga, a palestra auxilia para que o enlutado busque um sentido para a perda, ajudando-o a se reorganizar e entender que este é um processo de transformação, não de abandono, da relação com quem morreu. “Antes de tudo, a pessoa precisa reconhecer que o processo de luto é necessário e que é preciso dedicar-se a ele. É importante que ela expresse seus sentimentos: se precisar chorar, chore; se precisar dividir o que está acontecendo com amigos e familiares, que ela possa fazer isto; se sentir raiva, expresse-a. Senão conseguir continuar no mesmo ritmo de trabalho, exija-se menos”, explica Adriana.
O Cemitério Parque Jardim São Vicente dispõe de uma excelente infraestrutura, atendimento 24 horas, cafeteria, estacionamento e vigilância permanente. Dispõe ainda de Oratório Central, um lugar de homenagem abençoado voltado à oração e à meditação, e o Memorial do Lago, um complexo de jazigos especiais, numa construção moderna e de qualidade internacional. Além da qualidade dos serviços que coloca à disposição da comunidade, o São Vicente se caracteriza pelas diversas opções em unidade de sepultamento: sistema vertical com jazigos e nichos, sistema parque (sepultados de chão) e de mausoléus privados (criptas).

Mais informações no site www.cortel.com.br/cemsaovicente ou pelo telefone (51) 3472-2983.

Quando morre alguém que amamos

17/08/2012

Em edição da revista VEJA deste mês, a escritora Lya Luft escreve sobre perdas e luto. Vale ler pelo brilhantismo do texto: “A Morte, amiga indesejada, vai colhendo alguns dos que mais amamos, e os esconde nas suas largas mangas”, escreve a autora.
“É natural dizem: é inevitável, sabemos. Mas a gente não entende, não aprende, não conforma. Porque não se decifra esse enigma. Por que não somos bons alunos nessa dura escola”.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

Como desatar o nó do luto

08/08/2012

No livro “Desatar o nó do luto”, José Eduardo Rebelo dá início ao estudo sobre as perdas emocionais profundas: a morte ou a separação das pessoas de quem mais gostamos. Biólogo e professor universitário, Rebelo perdeu a família há 12 anos num acidente: no carro iam a mulher, a filha de sete anos, a filha de um ano e a “esperança” que estava ainda na barriga da mãe. Numa tentativa de racionalizar as emoções sentidas, lançou-se em um mestrado em psicologia, orientando todas as pesquisas para a questão do luto. “Foi importante para perceber o que tinha vivido, que não há respostas para muitas questões e que temos de nos habituar a viver sem essas respostas”, explica.

O luto depende do grau de vinculação com a pessoa falecida, da personalidade de cada um, dos apoios que temos e da pressão social exercida – e foi por saber que, na maioria dos casos, há poucos apoios e muita pressão que José Eduardo decidiu publicar o livro Desatar o Nó do Luto (Editorial Notícias) e fundar a associação Apelo – Apoio à Pessoa em Luto.

Espiritualidade que cura

03/08/2012

De acordo com um estudo do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, as pessoas que preservam algum tipo de religiosidade vivem melhor. Os médicos observaram melhoras em casos de depressão, estresse, doenças do coração, pressão alta, infertilidade e até de diversos tipos de câncer.
Ciência e medicina por muito tempo ignoraram esse tipo de evidência. Mas, devagar, os conceitos arraigados começam a ser revistos. Multiplicam-se livros sobre o assunto, como Milagres Que a Medicina Não Contou, do cardiologista Roque Marcos Savioli, e surgem trabalhos em instituições tradicionais, como o Hospital das Clínicas, em São Paulo, onde funciona o Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (Neper). Não dá para continuar com a visão de que um curador soluciona um problema sem levar nada mais em conta além do físico, diz a psicóloga Maria Rosa Spinelli. Precisamos de cuidadores que enxerguem o indivíduo como um todo. De acordo com essa perspectiva, a atitude do paciente é decisiva. Para um tratamento dar resultado, é necessário acreditar: a fé faz a pessoa persistir e se movimentar ao encontro da cura.

Para conferir mais dicas, clique aqui.

Palestra sobre como enfrentar o luto no Crematório Metropolitano São José

27/07/2012

O Crematório Metropolitano São José (Av. Prof. Oscar Pereira, 584) promove neste sábado (28), após a missa das 15h30, a palestra “Como enfrentar o luto”. A iniciativa faz parte do Ciclo de Palestras 2012 do Projeto de Apoio a Enlutados (PAE), que tem o objetivo de proporcionar um espaço para abordar os aspectos que envolvem o luto. A palestra de apoio fica a cargo da psicóloga e especialista em atendimento clínico ao luto Adriana Binotto, da AB – Clínica de Psicologia e Apoio ao Luto. O evento tem entrada franca.

Cemitério Parque Memorial da Colina realiza palestra sobre luto

11/07/2012

O Memorial da Colina dispõe deum lugar de homenagem voltado à oração e à meditação

O Cemitério Parque Memorial da Colina (Frederico Augusto Ritter, 6221), promove neste sábado, após a missa das 10h, a palestra “Como enfrentar o luto”. A iniciativa faz parte do Ciclo de Palestras 2012 do Projeto de Apoio a Enlutados (PAE), que tem o objetivo de proporcionar um espaço para abordar os aspectos e fases que envolvem o luto. A palestra de apoio fica a cargo da psicóloga Adriana Binotto, diretora da AB – Clínica de Psicologia e Apoio ao Luto e especialista em atendimento clínico do luto.

O Memorial da Colina fica em Cachoeirinha, próximo à RS 118, e dispõe de um lugar de homenagem voltado à oração e à meditação, além de recantos com paisagens naturais. O Cemitério faz parte do Grupo Cortel, um dos maiores grupos do ramo de crematórios e cemitérios do Brasil, que realiza o Ciclo de Palestras regularmente há cinco anos em seus empreendimentos. Mais informações no site www.memorialdacolina.com.br ou pelo telefone (51) 3470-8311.

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