Não estamos preparados para perdas traumáticas

14/09/2012

Uma morte ou uma separação. É um choque para quem sofre uma perda. Mas nossa cultura não nos prepara para lidar com essas situações traumáticas. Jogamos essas emoções incômodas para debaixo do tapete, evitando os rituais necessários para aceitar e superar a dor. Hoje, o luto é uma das questões que mais mobilizam psicólogos, educadores e profissionais de saúde. Em 288 páginas, o livro “Formação e Rompimento de Vínculos” traz diversas análises sobre como os indivíduos e suas comunidades enfrentam a vida após a morte de um ente querido.

Há razões para o maior interesse dos pesquisadores contemporâneos com o dilema das perdas: o envelhecimento da população, as imposições econômicas na prestação de serviços de saúde, o aumento das situações de morte em massa, seja por acidente ou por atos de terrorismo.

A obra ainda cita como o luto começou a ser estudado no século 17, quando foi publicado o livro “The Anatomy of Melancholie” (A Anatomia da Melancolia), em 1621. Nesse livro, o acadêmico inglês “Robert Burton” entendia que o pesar gerado por uma perda era tanto sintoma como causa principal da melancolia, hoje definida como depressão clínica.

Como desatar o nó do luto

08/08/2012

No livro “Desatar o nó do luto”, José Eduardo Rebelo dá início ao estudo sobre as perdas emocionais profundas: a morte ou a separação das pessoas de quem mais gostamos. Biólogo e professor universitário, Rebelo perdeu a família há 12 anos num acidente: no carro iam a mulher, a filha de sete anos, a filha de um ano e a “esperança” que estava ainda na barriga da mãe. Numa tentativa de racionalizar as emoções sentidas, lançou-se em um mestrado em psicologia, orientando todas as pesquisas para a questão do luto. “Foi importante para perceber o que tinha vivido, que não há respostas para muitas questões e que temos de nos habituar a viver sem essas respostas”, explica.

O luto depende do grau de vinculação com a pessoa falecida, da personalidade de cada um, dos apoios que temos e da pressão social exercida – e foi por saber que, na maioria dos casos, há poucos apoios e muita pressão que José Eduardo decidiu publicar o livro Desatar o Nó do Luto (Editorial Notícias) e fundar a associação Apelo – Apoio à Pessoa em Luto.

Pai de Amy Winehouse lança livro de cartas da cantora

27/06/2012

O pai da cantora Amy Winehouse lançou o livro de memórias “Amy, My Daughter”, sobre a filha dele e seu relacionamento com ela. Mitch Winehouse falará sobre os problemas da filha com drogas e álcool, além de sua relação com ela. A informação é do jornal New York Post. A publicação reúne cartas escritas à mão pela cantora para o pai, Mitch Winehouse.
“Querido papai, te amo muito e mal posso esperar para te ver de novo nas próximas semanas”, escreveu ela em 2003, enquanto gravava o álbum Frank, em Miami. “Estou trabalhando bastante e ainda não gastei nenhum centavo. Alguns milhares de dólares, mas nenhum centavo. Estou brincando”, continuou a cantora, em trecho divulgado pela publicação.
Amy morreu aos 27 anos em julho do ano passado, por consumo excessivo de álcool. O livro ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. O dinheiro arrecadado com a venda será destinado para a Fundação Amy Winehouse, criada pelos pais da cantora para ensinar música para crianças.

O livro do cemitério, de Neil Gaiman, vai virar filme

22/06/2012

Crédito: Divulgação

A adaptação da obra O Livro do Cemitério, do escritor Neil Gaiman, sairá do papel direto para as telas do cinema. A Disney comprou os direitos da adaptação e entregou a direção para Henry Selick, responsável por O Estranho Mundo de Jack e pela adaptação de outro livro de Neil Gaiman, Coraline.
A trama do livro segue a história de um garoto órfão que foi criado pelos habitantes fantásticos de um cemitério. Entre lápides e covas, o livro acompanha o crescimento de Nin, desde um pequeno bebê, até um jovem adolescente, quando o destino leva o jovem a um embate entre ele e o assassino de seus pais. Por enquanto, o filme ainda não tem data de estreia nem elenco definido.

Mãe de Whitney Houston vai escrever livro sobre a filha

13/06/2012

A cantora Cissy Houston, mãe de Whitney Houston, contou que vai escrever um livro sobre a vida da filha, que morreu no dia 11 de fevereiro deste ano. O livro de memórias pretende revelar “a história integral e inacreditável” de sua filha, que foi encontrada morta dentro de uma banheira em um hotel em Beverly Hills.

O livro ainda não tem nome e deve ser lançado em fevereiro do ano que vem. Parte da renda será doada à igreja batista New Hope, em New Jersey, onde Whitney cantou quando criança e onde aconteceu seu funeral.

Ainda de acordo com a editora, A mãe de Whitney escreverá com “candura, honestidade e respeito” sobre a carreira da cantora e seus problemas com drogas, além de refletir sobre sua perda.

Posts mais populares