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12/09/2012

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Concurso no Facebook promete fama ao 1º participante que morrer

10/09/2012

O serviço If I Die (Se Eu Morrer), que permite que o usuário deixe uma mensagem para ser publicada no Facebook após a sua morte, criou um concurso que pretende tornar famoso o seu vencedor. Para vencer a promoção, o participante deve fazer uma única coisa: morrer.

A empresa israelense foi fundada em 2010, e no ano passado se tornou um aplicativo para o Facebook. O If I Die deixa que os usuários escrevam uma mensagem ou gravem suas últimas palavras em vídeo. O aplicativo irá postar a mensagem póstuma assim que três amigos de confiança, que devem ser selecionados pelo dono do perfil quando ele instala o aplicativo, confirmarem a morte do usuário.

O concurso, chamado If I Die 1st (Se eu morrer primeiro), vai tornar famoso o primeiro participante que morrer. O primeiro usuário a morrer terá sua mensagem publicada no site de tecnologia americano Mashable, que tem 20 milhões de visitantes mensais, além de noticiários internacionais, sites e blogs. A expectativa dos organizadores é que a exibição global alcance 200 milhões de pessoas. Desde a última semana, mais de 1,2 mil pessoas se inscreveram no concurso, que prevê que o primeiro participante deve morrer (e portanto vencer o concurso), em 19 meses e 10 dias.

As regras do concurso deixam claro que se houver suspeita de suicídio a premiação será cancelada. Desde seu lançamento em 2011, o aplicativo If I Die já atraiu mais de 200 mil usuários em 42 países. O aplicativo foi atualizado neste mês, apresenta novos serviços pagos, como mensagens pessoais endereçadas a destinatários específicos e mensagens de vídeo mais longas.

Lembrança online

18/06/2012

Responsáveis por uma grande mudança de hábitos e comportamento na sociedade, as redes sociais também têm se tornado uma forma de administrar saudades e lembranças. Cada vez mais, familiares e amigos vêm administrando perfis de redes sociais de entes queridos após a perda e também a herança típica destes tempos digitais: o legado virtual que permanece na internet.
Algumas páginas, como o Facebook, permitem até mesmo transformar o perfil da pessoa que faleceu em um memorial. Nesta opção, as configurações de privacidade da conta são alteradas para que apenas determinados usuários acessem a página e possam deixar recados no mural.
Para os prevenidos, há sites ofertando serviços semelhantes a “cofres de banco” virtuais, onde o usuário pode armazenar um testamento orientando o que fazer com senhas e demais conteúdos online.

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