Londrinos vão até os cemitérios para aproveitar sol

13/08/2012

Londrinos aproveitam o sol e passeiam nos cemitérios da Capital Britânica

Aproveitar o sol em Londres não é tarefa fácil por causa das condições climáticas da região onde fica a capital da Inglaterra. Acostumada às nuvens cinzentas e à chuva, a população não perde tempo e corre para aproveitar os escassos raios solares quando eles surgem. Um dos hábitos dos ingleses nesta época é tomar sol no Cemitério de Bromptom, onde as pessoas se exercitam, passeiam com a família e desfrutam da paz ensolarada do Cemitério.

Clique aqui para assistir ao vídeo do Portal R7 e saiba um pouco mais sobre este hábito britânico.

Viúva usa túmulo de marido como hotel na Argentina

02/07/2012

Adriana, uma mulher argentina, foi descoberta ao usar o túmulo do marido, Sergio Reneé “Checho” Yede, como local para descanso em suas visitas à Misiones, cidade no litoral da Argentina. O local era equipado com computador, internet, cozinha e cama. Segundo o jornal Clarín, Adriana mora em Buenos Aires e visita o marido a cada dois meses. Durante a estadia, ela dormia junto ao marido.
O “hotel” de Adriana foi descoberto depois que pessoas que visitavam o cemitério reclamaram que, de dentro do mausoléu onde Yede está enterrado, “saía música em alto volume” e que isso estava “afetando a tranquilidade” do local.
Funcionários do cemitério reportaram o caso a inspetores do município, que foram até o túmulo que, segundo eles, “está equipado como uma casa”.
De acordo com a polícia local, Adriana atendeu os inspetores vestida de pijama e que não aparentava ter distúrbios mentais, além de demonstrar ter “boas condições econômicas”.
Ainda segundo a polícia, Adriana passava o Natal e o Ano Novo com o marido, cujo corpo está embalsamado e seu rosto pode ser visto através de um vidro.
Adriana alegou que dormia com o marido porque “não podia pagar para ficar em um hotel”. A viúva construiu o mausoléu com o dinheiro que o marido guardava para uma reforma na casa do casal e ainda revelou que não tem medo de dormir ao lado do caixão, pois “os mortos não fazem nada, quem fazem são os vivos”. — Meu marido merece isso e muito mais, ele era uma pessoa muito boa, afirma a argentina.

Reprodução/clarin.com

Agente funerário conta histórias de enterros inusitados

20/06/2012

Imagine um enterro em que o falecido levou uma picape para a sepultura. Ou então um funeral em que o caixão continha uma coleção de revistas Playboy. Agente funerário há mais de 30 anos nos EUA, Robert D. Webster é autor de um livro sobre o assunto (“Does this mean you´ll see me naked?” traduzido literalmente para o português: “Você precisa me ver nua para fazer o seu trabalho?”) e conta essas e outras histórias inusitadas que acontecem em enterros. Baseado no sucesso da publicação, podemos concluir que as pessoas querem saber o que acontece com seus entes queridos após a morte.

Confira aqui a entrevista completa com o autor.

Funerais excêntricos

24/10/2011

Recentemente, o funeral de Arch West, criador dos salgadinhos Doritos, foi notícia por amigos e familiares terem colocados em sua urna funerária, junto às cinzas, migalhas do petisco, em sua homenagem. Outras despedidas também ficaram famosas pela excentricidade de seus rituais, na maioria das vezes realizados para satisfazer aos desejos que a pessoa manifestou em vida, ou homenageá-la com algum aspecto de sua carreira ou personalidade.

Frederic Baur, por exemplo, designer da embalagem das batatas-fritas Pringles, teve seus restos mortais guardados em uma das latas cilíndricas que ele criou. Os filhos de Baur utilizaram a “urna” personalizada a pedido do pai.

A atriz Elizabeth Taylor pediu que o serviço fúnebre fosse “elegantemente atrasado”. Suas instruções solicitavam que a cerimônia de funeral começasse ao menos 15 minutos depois do agendado. “Ela queria se atrasar para seu próprio funeral”, disse o agente da atriz, em um comunicado.

Elizabeth Taylor pediu que seu funeral fosse “elegantemente atrasado”

Já Malcolm McLaren, ex-empresário da banda de punk rock Sex Pistols, desejava que em seu funeral fosse realizado um “minuto de desordem”, em vez do tradicional minuto de silêncio. O funeral aconteceu em 2010, e em seu caixão foram grafitados os dizeres “rápido demais para viver, jovem demais para morrer”. O caixão foi transportado em uma carruagem, ao som dos Pistols.

As cinzas de Gene Roddenberry, criador da cultuada serie de ficção científica Star Trek, foram levadas ao espaço em 1997. Juntamente com os restos mortais de Roddenberry, foram lançados à órbita da Terra os de outras 23 pessoas. As cinzas orbitaram até 2002, e então reentraram na atmosfera.

O jornalista Hunter S. Thompson, recebeu como homenagem do ator Johnny Depp um curioso funeral; suas cinzas disparadas por um canhão.

Eugene Shoemaker, um dos descobridores do cometa Shoemaker-Levy, e também considerado o pai da ciência planetária teve um dos sepultamentos mais diferentes que se conhece; em 1999, foi deixada uma cápsula com seus restos mortais na superfície da Lua, o primeiro enterro lunar da História.

Frank Sinatra: moedas no caixão seriam usadas em “ligações de emergência”

No funeral do cantor Frank Sinatra, que seguiu as tradições de funerais católicos, pequenos detalhes chamaram a atenção dos presentes. Dentro do caixão, foram colocadas uma garrafa de conhaque e moedas, supostamente para serem usadas em “telefonemas de emergência”.

O geólogo Brian Tandy teve suas cinzas transformadas em diamantes sintéticos, em 2004. As pedras foram utilizadas em joias, por seus familiares.

Fonte: Folha

Animados cemitérios medievais

22/06/2011

Na antiguidade, os locais reservados ao sepultamento eram, geralmente, mais retirados e distantes dos locais de povoamento. Durante a Idade Média ocidental, por conta do Catolicismo dominante na Europa e sua crença na ressurreição e no Juízo Final, a prática de sepultamento próxima a túmulos de santos e campos consagrados tornou-se comum, e os pátios e átrios de igrejas se tornaram o lugar sagrado destinado a abrigar os mortos. Os cemitérios passaram, então, a ser o coração social e cultural de muitas cidades e vilas.

Viajantes, peregrinos e sem-teto fizeram dos campos sagrados locais de moradia, permanente ou provisória. Os padres, em virtude da falta de espaço nas igrejas, pregavam seus sermões aos fiéis em meio aos cemitérios, agregando ao discurso religioso toda a reflexão causada pela presença dos túmulos.

As constantes peregrinações da época e as reuniões populares, tanto laicas quanto religiosas, atraíam várias formas de comércio, de tendas e lojas a tabernas. As constantes aglomerações de pessoas fizeram dos cemitérios também peças chave da administração pública; sentenças, decretos e proclamas eram publicitados em meio aos túmulos. Joana D’Arc, por exemplo, foi publicamente julgada no cemitério de Rouen, na França.

Muitas dessas práticas duraram até o século XVIII, quando as reuniões e anúncios públicos passaram a ser realizadas nas prefeituras.

Fonte: História Viva

Nova York proíbe enterros de humanos em cemitério de animais

16/06/2011

O vínculo entre seres humanos e animais sempre foi forte. Para muitos, o animal de estimação é considerado um membro da família. Quando esse animal morre, muitas pessoas procuram uma forma para homenagear seu amado bichinho.

Em 1896, um veterinário de Nova York, o Dr. Samuel Johnson, ofereceu o seu pomar de maçã em Hartsdale, na então rural Nova York, para servir de sepultura para o corpo do cachorro de um amigo em luto. Esse simples ato serviu de base para o que viria a se tornar primeiro cemitério da prestigiada companhia Hartsdale. Mais de um século depois, outro costume ganhou força na cidade.  Um número cada vez maior de americanos decide dividir sua última morada com seus bichos de estimação. Mas, o ato deve chegar ao fim em breve.

Uma agência estatal determinou que  o cemitério de animais deve parar de enterrar cinzas de donos ao lado das covas de seus amados gatos, cachorros e pássaros.

A nova regra da Divisão de Cemitérios de Nova York já impediu pelo menos um enterro no cemitério de animais Hartsdale, considerado o mais antigo do país, com 115 anos.

Segundo a Divisão, qualquer cemitério que ofereça enterros para pessoas deve ser operado como uma organização sem fins lucrativos. Ao fazer o serviço no local e cobrar uma taxa – US$ 235 para abrir uma nova cova e depositar as cinzas – o Hartsdale estava violando leis governamentais para organizações sem fins lucrativos.

Localizado a 20 km de Manhattan, o cemitério tem cerca de 700 pessoas enterradas e 75 mil animais.

Fonte: NY Times

Ciência e envelhecimento

13/06/2011

Entre os dias 24 e 25 de maio aconteceu em São Paulo o 25º Congresso Brasileiro de Cosmetologia, evento promovido pela Associação Brasileira de Cosmetologia. Durante o evento o engenheiro da Nasa, José Luis Cordeiro abordou um tema recorrente na vida de todos nós: a morte.

Pela primeira vez, a ciência moderna pode proporcionar conhecimentos e ferramentas para interferir no processo de envelhecimento e por isso a perspectiva de atingir uma idade mais avançada têm um grande apelo e desperta a curiosidade das pessoas. Na idade medieval, a fonte da juventude era um mito popular, muitas vezes ilustrado em obras, como nas pinturas do alemão Lucas Cranach. Mesmo na idade contemporânea, esse fascínio da sociedade pela imortalidade ainda é retratado, como, por exemplo, nos filmes de Hollywood: Indiana Jones (1989) e Highlander (2000).

 

José Luis Cordeiro apresentou os avanços mais recentes sobre o genoma e longevidade humana. Segundo o engenheiro, nas próximas duas décadas, a maioria dos cânceres e males, como o de Parkinson e Alzheimer, já poderão ser controlados e curados. “Entender como funciona o genoma é a pedra fundamental da medicina do futuro. Ao que tudo indica, trata-se do ponto de partida para a desmistificação da vida eterna”, completa Alberto Keidi Kurebayashi, presidente da Associação Brasileira de Cosmetologia.
Fonte: Jornal da Ciência ( www.jornaldaciencia.com.br )

Casamento é realizado em cemitério na China

27/05/2011

Dois casais chamaram a atenção na China ao resolverem realizar a cerimônia de casamento em meio aos túmulos de um cemitério da cidade de Tianjin. Os noivos quiseram fazer uma brincadeira com a tradicional frase “até que a morte os separe”, conta o site Orange News.

O local foi especialmente decorado para o casamento, que oficializou a união do noivo Wu Di com Yang Xi e de seus amigos Wei Jian e Liu Ling. Cada casal plantou uma muda de plantas no cemitério como uma forma simbólica de perpetuar o amor até a morte.

Fonte: Orange News

Arqueólogos descobrem práticas funerárias da era do gelo

25/05/2011

Arqueólogos descobriram em uma região do Alasca, os restos mortais de uma criança cremada há cerca de 11,5 mil anos. Eles são os resquícios humanos mais antigos já encontrados nas regiões ártica e subártica da América do Norte. Os fragmentos foram encontrados num buraco de fogueira de uma antiga habitação, e trazem novas informações sobre as práticas funerárias dos povos da era do gelo. “Podemos supor que eles tenham abandonado a casa enquanto a criança era cremada”, disse Bem A. Potter, arqueólogo da Universidade do Alasca e principal autor do estudo.

Potter e seus colegas esperam coletar amostras de DNA nos restos mortais da criança - e investigar ligações genéticas com outras comunidades, antigas ou atuais. Foto:Ben Potter/Arquivo pessoal

Conheça outaras pesquisas realizadas pelo antropólogo no site https://sites.google.com/a/alaska.edu/dr-ben-a-potter/

Fonte: Yahoo Notícias e New York Times

Obras encontram cemitério no centro de Londres

17/05/2011

As obras de preparação para a construção do túnel Crossrail – que vai interligar trens intermunicipais e nacionais em Londres – revelaram um sítio arqueológico com centenas de esqueletos em Liverpool Street, no Centro de Londres.

No local, ficava o cemitério do hospital de St. Bethlehem, inaugurado em 1247, e conhecido como o primeiro hospício do mundo.

O mapa do antigo hospital indica que milhares de esqueletos podem ter sido enterrados lá. Muitos serão levados para o Museu de Londres, mas todos terão de ser exumados antes da construção do túnel Crossrail. Este é o maior levantamento geológico já realizado em Londres.

Segundo o site da BBC, o arqueólogo do Crossrail, Jay Carver, diz que a expectativa é de que se façam descobertas sobre as causas das mortes das pessoas enterradas no local e por isso, o trabalho de análise e registro é muito importante.

« Postagens Antigas

Posts mais populares