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12/09/2012

O Crematório Metropolitano está promovendo uma enquete em suas redes sociais para saber a sua opinião sobre a cremação.

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Cresce número de pessoas que optam pela cremação

06/09/2012

Confira a matéria que o jornal O Informativo do Vale publicou sobre cremação esta semana com o Grupo Cortel, que tem três crematórios no Rio Grande do Sul.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

Tristeza para as guitarras

06/08/2012

Compositor do sucesso “Aumenta que isso aí é Rock’n’Roll”, Celso Blues Boy deixa hoje o rock brasileiro de luto. O cantor faleceu na manhã desta segunda-feira, em Joinville, onde morava. Com 56 anos, Celso Ricardo Furtado sofria de câncer na garganta. O corpo já foi encaminhado para Blumenau, onde vai ser cremado.
Celso Ricardo Furtado de Carvalho nasceu no Rio de Janeiro, em janeiro de 1956. O cantor e guitarrista começou a tocar profissionalmente na década de 1970, com apenas 17 anos, iniciou sua carreira com Raul Seixas, além de acompanhar Sá & Saraiba e Luiz Melodia. Seis anos depois, montou a banda Legião Estrangeira. A fama veio a partir de 1980, quando mandou uma fita para a Rádio Fluminense, no Rio, voltada para o repertório roqueiro.

Igreja Católica não se opõe à cremação mas “proíbe” fieis de lançar cinzas

10/07/2012

Bosque In Memoriam está localizado no Crematório Metropolitano Saint Hilaire

A Igreja Católica não se opõe à cremação, mas “proíbe” aos seus fieis fazerem lançamento das cinzas do corpo humano à terra, ao mar ou ao vento, defendendo ser essencial conservá-las “com dignidade”.

Segundo o novo Ritual para a Celebração das Exéquias da Conferência Episcopal Portuguesa, “não se deve lançar as cinzas do corpo humano à terra, mas sim enterrá-las num sítio adequado ou depositá-las num nicho ou columbário”.

É sempre bom lembrar que a opção pela cremação não exclui a possibilidade da família ter um local para homenagear seus entes queridos, como no caso do sepultamento. Existem locais específicos para guardar a urna, como os espaços perpétuos e o Columbário, um espaço para guarda das urnas com restos cremados. Com acabamento superior, ele fica localizado em ambiente diferenciado que remete a um local de oração e meditação. O Crematório Metropolitano dispõe de Columbário em todas unidades: Crematório Metropolitano São José, em Porto Alegre, Crematório Metropolitano Cristo Rei, em São Leopoldo e Crematório Metropolitano Saint Hilaire, em Viamão.

Outra opção é o Jardim In Memoriam e o Bosque In Memoriam, um santuário de árvores centenárias, com recantos preparados para reflexão, homenagens e lembranças daqueles que partiram. Trata-se de um santuário ecológico que abriga árvores centenárias, lago, fontes, pássaros, reunidos num lugar único. Além disso, o Crematório Metropolitano conta com o Portal In Memoriam, que preserva imagens, vídeos e a memória para futuras gerações.

Para a matéria completa no Jornal de Notícias, clique aqui.

Cremação de cantor reúne milhares de pessoas na Índia

28/11/2011

No último dia 9, uma multidão de indianos se reuniu para dar adeus ao cantor, escritor e cineasta Bhupen Hazarika. Nascido em 1926, Bhupen era considerado o “Poeta do Brahmaputra”, rio que corta a cidade onde nasceu, e foi um dos grandes responsáveis pela popularização da cultura e da música indiana no mundo.

A procissão que seguia o corpo de Bhupen até o local da cremação recitava, em coro: Bhupen da houk Amor (“Que o irmão Bhupen seja imortal”). Além da legião de fãs, políticos e artistas também se uniram à multidão dos enlutados. “No triste fim do Dr. Hazarika, a Índia perdeu um de seus artistas mais talentosos”, disse o Primeiro Ministro Indiano, em comunicado, e este parecia ser o sentimento durante todo o trajeto; a cremação teve que ser adiada por um dia, para que a grande quantidade de admiradores pudesse se despedir.

A cerimônia de cremação foi feita às margens do rio Brahmaputra, em uma pira funerária, segundo as tradições indianas, e as cinzas, lançadas nas águas do rio.

Fontes: G1 e EFE

Uma última música: transforme suas cinzas em discos de vinil

11/11/2011

Transformar-se em música após a morte. Parece um verso de poesia, mas não é: colocar as cinzas em um disco de vinil, gravado com as suas canções favoritas, ou até mesmo com a sua própria voz, é uma possibilidade real.

A And Vinyly, companhia britânica que deu forma à ideia, oferece, no pacote mais básico, 30 discos de vinil, com aproximadamente 24 minutos de gravação, personalizados com nome e datas de nascimento e óbito. Por valores adicionais, também é possível solicitar uma canção composta especialmente sobre a pessoa, cerimônias especiais de despedida, e retratos pintados em acrílico, com o uso da técnica de misturar as cinzas à tinta da pintura.

O mais interessante é que tudo pode ser acertado previamente; ou seja, você pode deixar a sua playlist já selecionada, ou gravar uma mensagem para que seus amigos e familiares escutem, após a sua morte.

Fonte: Galileu

A Alemanha mudando seus rituais

26/10/2011

Nos últimos anos, vem crescendo na Alemanha a demanda por um novo tipo de serviço funerário. Saem músicas sacras e clássicas, entram canções de pop e rock; saem os sermões dos pastores, entram depoimentos voluntários e improvisados de pessoas próximas; saem as grandes cerimônias e entram ritos mais simples, com maior envolvimento de familiares e amigos.

Instituto Pütz-Roth, Alemanha

“O mais importante é que aqui não são os mortos a ocupar o primeiro plano, mas sim aqueles que têm que seguir vivendo com a perda de um ente querido. Inspiro-me no pensamento da poetisa judia alemã Mascha Kaléko, que expressou isso de forma maravilhosa: ‘Só se morre a própria morte. A dos demais, tem-se que viver'”, diz o responsável pelo Instituto Pütz-Roth, uma das empresas voltadas a essas novas práticas funerárias.

Entre as práticas mais comuns estão as sepulturas e urnas personalizadas, balões de gás soltos ao final das cerimônias, e o espargir das cinzas em bosques, sobre as raízes de árvores.

Jardim funerário em Bergish-Gladbach

Fonte: DW-World

Cinzas se transformam em recifes

17/10/2011

Você viu recentemente aqui no blog a urna funerária que, quando submersa, transformava-se em um recife artificial, e espalhava as cinzas na água do oceano. Uma idéia parecida transforma as próprias cinzas em um recife, ao misturá-las com concreto ecologicamente-correto.

Além de recifes, os Eternal Reefs (Recifes Eternos) também servem como memorial; uma placa de bronze traz a gravação do nome e homenagens, e os familiares e amigos são convidados a deixar a marca de suas mãos no concreto ainda úmido.

A empresa responsável pelos recifes se responsabiliza também pela manutenção dos recifes, lançados em local próprio, que também podem ser visitados, de barco ou por mergulhadores.

Que destino dar às cinzas da cremação?

12/10/2011

O crescimento da escolha pela cremação tem sido significativo no Brasil nos últimos anos, como você já viu aqui no blog. Com essa mudança do comportamento, também surgem dúvidas quanto ao que fazer com as cinzas da cremação.

Algumas pessoas preferem manter as cinzas em urnas funerárias em suas casas, muitas vezes cercadas por fotografias e objetos que lembram a pessoa falecida. Outras, por motivos religiosos ou de caráter mais emocional, preferem manter a urna em espaços específicos, conhecidos como columbários, ou mesmo espargir as cinzas em locais como jardins ou no mar.

Columbário, Crematório Metropolitano

O Crematório Metropolitano oferece nos empreendimentos as opções de columbário, para urnas, e os bosques e jardins In Memoriam, para o espargimento das cinzas. Seja qual for a sua escolha, conte conosco.

Fonte: FOL

Igrejas espanholas se transformam em columbários

30/09/2011

Em 1787, o Rei Carlos III, da Espanha, proibiu a prática de sepultamentos nos pátios e subsolos das igrejas. Desde então, todo o sepultamento era feito nos cemitérios construídos nos arredores das cidades. A medida buscava evitar possíveis contaminações e o super-lotamento das áreas pertencentes às paróquias.

Atualmente, com a preferência cada vez maior dos europeus pela cremação em vez do sepultamento, muitas igrejas estão se re-estruturando de modo a tornar as antigas criptas espaços adequados a abrigarem as cinzas de seus paroquianos falecidos.

Só na Paróquia de Santa Bárbara, em Madri, são mais de 2.000 espaços reservados às urnas funerárias daqueles que desejarem repousar entre as paredes do santuário. O valor pago pela utilização do columbário é empregado em reformas nas igrejas. Uma forma moderna para se recuperar o antigo hábito de confiar os restos mortais dos que se foram ao ambiente sagrado.

Paróquia de Santa Bárbara, Madri

Fonte: FOL

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