Filhas de medalhista olímpico jogam cinzas do pai na pista do salto triplo em Londres

15/08/2012

Enquanto a final masculina do salto triplo era disputada na última quinta-feira, duas mulheres nas arquibancadas chegaram perto da pista e abriram a urna com as cinzas do pai, o saltador australiano George Avery, medalha de prata na modalidade em Londres no ano de 1948.
Os restos do medalhista foram levados pelo vento até a pista do salto triplo e se juntaram à caixa de areia onde os atletas finalizam suas tentativas. Foi uma homenagem das suas filhas, que entraram no estádio olímpico com as cinzas do pai e conseguiram burlar a segurança para espalhá-las pela arena.
Há 64 anos, o medalhista demorou três semanas em um voo da Austrália para Londres, em um avião que quebrou 13 vezes. Ele planejava competir no salto em distância e no salto triplo, mas acabou participando apenas da última prova, assim que recebeu alta do hospital. Avery morreu antes que pudesse realizar seu sonho de retornar a Londres, palco de sua conquista, para ver os Jogos Olímpicos de 2012.

Igreja Católica não se opõe à cremação mas “proíbe” fieis de lançar cinzas

10/07/2012

Bosque In Memoriam está localizado no Crematório Metropolitano Saint Hilaire

A Igreja Católica não se opõe à cremação, mas “proíbe” aos seus fieis fazerem lançamento das cinzas do corpo humano à terra, ao mar ou ao vento, defendendo ser essencial conservá-las “com dignidade”.

Segundo o novo Ritual para a Celebração das Exéquias da Conferência Episcopal Portuguesa, “não se deve lançar as cinzas do corpo humano à terra, mas sim enterrá-las num sítio adequado ou depositá-las num nicho ou columbário”.

É sempre bom lembrar que a opção pela cremação não exclui a possibilidade da família ter um local para homenagear seus entes queridos, como no caso do sepultamento. Existem locais específicos para guardar a urna, como os espaços perpétuos e o Columbário, um espaço para guarda das urnas com restos cremados. Com acabamento superior, ele fica localizado em ambiente diferenciado que remete a um local de oração e meditação. O Crematório Metropolitano dispõe de Columbário em todas unidades: Crematório Metropolitano São José, em Porto Alegre, Crematório Metropolitano Cristo Rei, em São Leopoldo e Crematório Metropolitano Saint Hilaire, em Viamão.

Outra opção é o Jardim In Memoriam e o Bosque In Memoriam, um santuário de árvores centenárias, com recantos preparados para reflexão, homenagens e lembranças daqueles que partiram. Trata-se de um santuário ecológico que abriga árvores centenárias, lago, fontes, pássaros, reunidos num lugar único. Além disso, o Crematório Metropolitano conta com o Portal In Memoriam, que preserva imagens, vídeos e a memória para futuras gerações.

Para a matéria completa no Jornal de Notícias, clique aqui.

Uma última música: transforme suas cinzas em discos de vinil

11/11/2011

Transformar-se em música após a morte. Parece um verso de poesia, mas não é: colocar as cinzas em um disco de vinil, gravado com as suas canções favoritas, ou até mesmo com a sua própria voz, é uma possibilidade real.

A And Vinyly, companhia britânica que deu forma à ideia, oferece, no pacote mais básico, 30 discos de vinil, com aproximadamente 24 minutos de gravação, personalizados com nome e datas de nascimento e óbito. Por valores adicionais, também é possível solicitar uma canção composta especialmente sobre a pessoa, cerimônias especiais de despedida, e retratos pintados em acrílico, com o uso da técnica de misturar as cinzas à tinta da pintura.

O mais interessante é que tudo pode ser acertado previamente; ou seja, você pode deixar a sua playlist já selecionada, ou gravar uma mensagem para que seus amigos e familiares escutem, após a sua morte.

Fonte: Galileu

Cinzas se transformam em recifes

17/10/2011

Você viu recentemente aqui no blog a urna funerária que, quando submersa, transformava-se em um recife artificial, e espalhava as cinzas na água do oceano. Uma idéia parecida transforma as próprias cinzas em um recife, ao misturá-las com concreto ecologicamente-correto.

Além de recifes, os Eternal Reefs (Recifes Eternos) também servem como memorial; uma placa de bronze traz a gravação do nome e homenagens, e os familiares e amigos são convidados a deixar a marca de suas mãos no concreto ainda úmido.

A empresa responsável pelos recifes se responsabiliza também pela manutenção dos recifes, lançados em local próprio, que também podem ser visitados, de barco ou por mergulhadores.

Que destino dar às cinzas da cremação?

12/10/2011

O crescimento da escolha pela cremação tem sido significativo no Brasil nos últimos anos, como você já viu aqui no blog. Com essa mudança do comportamento, também surgem dúvidas quanto ao que fazer com as cinzas da cremação.

Algumas pessoas preferem manter as cinzas em urnas funerárias em suas casas, muitas vezes cercadas por fotografias e objetos que lembram a pessoa falecida. Outras, por motivos religiosos ou de caráter mais emocional, preferem manter a urna em espaços específicos, conhecidos como columbários, ou mesmo espargir as cinzas em locais como jardins ou no mar.

Columbário, Crematório Metropolitano

O Crematório Metropolitano oferece nos empreendimentos as opções de columbário, para urnas, e os bosques e jardins In Memoriam, para o espargimento das cinzas. Seja qual for a sua escolha, conte conosco.

Fonte: FOL

Esculturas feitas com cinzas: uma forma diferente de homenagear

14/09/2011

Desde criança, o espanhol Óscar de Julián, nascido na cidade de Pasto, gostava de construir figuras com terra e argila. No entanto, nunca pensou em seguir a carreira artística; se perguntado, quando jovem, diria querer ser médico.

Foi com a perda de uma pessoa querida que Óscar passou a utilizar seu talento de escultor para algo mais profundo: transformar as cinzas da cremação em belas esculturas de porcelana. As Neoesculturas, como ele as batizou, se tornaram uma forma de imortalizar, através das cinzas, a memória dos entes queridos que se foram.

Na página oficial, ele diz que “Quando um ser querido desaparece de nossas vidas, surge o anseio pela sua presença. Neoesculturas é uma nova forma de transformar as cinzas em uma porcelana de grande beleza. Uma bela recordação, digna de um ser querido”.

Atualmente, o artista recebe encomendas de pessoas que, ainda em vida, ao optarem pela cremação, também deixam escolhida a forma de escultura que desejam que suas cinzas tomem.

Fonte: Kienyke

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