Histórias do Cemitério da Recoleta

20/08/2012

O blog Aires Buenos reuniu cinco histórias do cemitério da Recoleta, o mais famoso e tradicional da Argentina, que vão além da já tradicional visita à tumba de Evita.
As histórias mostram que, além dos mausoléus e da arte cemiterial, conhecer as histórias do lugar torna sua visita bem mais interessante. Confira hoje a terceira história desta série.

3. Liliana Crociati e a conexão com seu cachorro

Em 1970, Liliana morreu numa avalanche durante sua lua de mel na Áustria, na cidade de Innsbruck. No mesmo dia, separado por mais de 14 mil quilômetros de distância, seu cachorro Sabú também faleceu.
Seu pai fez um mausoléu que imita o quarto que Liliana tinha em vida. Sua escultura é a única do cemitério acompanhada por um cachorro.

Perdeu a primeira história da nossa série? Clique aqui.

Para ler a segunda história, clique aqui.

Viúva usa túmulo de marido como hotel na Argentina

02/07/2012

Adriana, uma mulher argentina, foi descoberta ao usar o túmulo do marido, Sergio Reneé “Checho” Yede, como local para descanso em suas visitas à Misiones, cidade no litoral da Argentina. O local era equipado com computador, internet, cozinha e cama. Segundo o jornal Clarín, Adriana mora em Buenos Aires e visita o marido a cada dois meses. Durante a estadia, ela dormia junto ao marido.
O “hotel” de Adriana foi descoberto depois que pessoas que visitavam o cemitério reclamaram que, de dentro do mausoléu onde Yede está enterrado, “saía música em alto volume” e que isso estava “afetando a tranquilidade” do local.
Funcionários do cemitério reportaram o caso a inspetores do município, que foram até o túmulo que, segundo eles, “está equipado como uma casa”.
De acordo com a polícia local, Adriana atendeu os inspetores vestida de pijama e que não aparentava ter distúrbios mentais, além de demonstrar ter “boas condições econômicas”.
Ainda segundo a polícia, Adriana passava o Natal e o Ano Novo com o marido, cujo corpo está embalsamado e seu rosto pode ser visto através de um vidro.
Adriana alegou que dormia com o marido porque “não podia pagar para ficar em um hotel”. A viúva construiu o mausoléu com o dinheiro que o marido guardava para uma reforma na casa do casal e ainda revelou que não tem medo de dormir ao lado do caixão, pois “os mortos não fazem nada, quem fazem são os vivos”. — Meu marido merece isso e muito mais, ele era uma pessoa muito boa, afirma a argentina.

Reprodução/clarin.com

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