Nova York proíbe enterros de humanos em cemitério de animais

16/06/2011

O vínculo entre seres humanos e animais sempre foi forte. Para muitos, o animal de estimação é considerado um membro da família. Quando esse animal morre, muitas pessoas procuram uma forma para homenagear seu amado bichinho.

Em 1896, um veterinário de Nova York, o Dr. Samuel Johnson, ofereceu o seu pomar de maçã em Hartsdale, na então rural Nova York, para servir de sepultura para o corpo do cachorro de um amigo em luto. Esse simples ato serviu de base para o que viria a se tornar primeiro cemitério da prestigiada companhia Hartsdale. Mais de um século depois, outro costume ganhou força na cidade.  Um número cada vez maior de americanos decide dividir sua última morada com seus bichos de estimação. Mas, o ato deve chegar ao fim em breve.

Uma agência estatal determinou que  o cemitério de animais deve parar de enterrar cinzas de donos ao lado das covas de seus amados gatos, cachorros e pássaros.

A nova regra da Divisão de Cemitérios de Nova York já impediu pelo menos um enterro no cemitério de animais Hartsdale, considerado o mais antigo do país, com 115 anos.

Segundo a Divisão, qualquer cemitério que ofereça enterros para pessoas deve ser operado como uma organização sem fins lucrativos. Ao fazer o serviço no local e cobrar uma taxa – US$ 235 para abrir uma nova cova e depositar as cinzas – o Hartsdale estava violando leis governamentais para organizações sem fins lucrativos.

Localizado a 20 km de Manhattan, o cemitério tem cerca de 700 pessoas enterradas e 75 mil animais.

Fonte: NY Times

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