Cremações no Brasil: cinzas, memórias e homenagens

14/11/2012

Seja por preocupação com o meio ambiente, custos, higiene ou com a falta de espaço, cada vez mais famílias escolhem a cremação como uma forma de se despedir de seus entes queridos, ao invés do sepultamento tradicional. Em Porto Alegre, a proporção de famílias que optam pela cremação já alcançou a faixa dos 15% – índice que os norte-americanos demoraram um século para atingir a partir da inauguração do primeiro crematório nos Estados Unidos. No entanto, esse número é ainda baixo se comparado com outros países, como a Inglaterra que utiliza a cremação em 70% dos óbitos ou no Japão, que pratica a cremação em 98% dos falecimentos.

O aumento no número de cremações traz à tona a discussão sobre o destino ideal para as cinzas de um ente querido. De acordo com profissionais do segmento, muitas pessoas que optaram pela cremação têm a ideia de espalhar as cinzas em determinados lugares de sua preferência, como em florestas, mar e outros locais, o que costuma preocupar muitas famílias. Isso porque muitas delas não conseguem espalhá-las por completo, pois se sentem sem um referencial, sem ter para onde visitar ou olhar.

Pensando nisso, o Crematório Metropolitano oferece espaços para a guarda das cinzas. Elas ficam depositadas em columbários personalizados, em que a família pode depositar flores, e também deixar objetos dos entes queridos, que usavam em seu dia-a-dia, para relembrarem os seus gostos, como livros, óculos, porta retratos e outros itens pessoais do falecido.

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