A Alemanha mudando seus rituais

26/10/2011

Nos últimos anos, vem crescendo na Alemanha a demanda por um novo tipo de serviço funerário. Saem músicas sacras e clássicas, entram canções de pop e rock; saem os sermões dos pastores, entram depoimentos voluntários e improvisados de pessoas próximas; saem as grandes cerimônias e entram ritos mais simples, com maior envolvimento de familiares e amigos.

Instituto Pütz-Roth, Alemanha

“O mais importante é que aqui não são os mortos a ocupar o primeiro plano, mas sim aqueles que têm que seguir vivendo com a perda de um ente querido. Inspiro-me no pensamento da poetisa judia alemã Mascha Kaléko, que expressou isso de forma maravilhosa: ‘Só se morre a própria morte. A dos demais, tem-se que viver'”, diz o responsável pelo Instituto Pütz-Roth, uma das empresas voltadas a essas novas práticas funerárias.

Entre as práticas mais comuns estão as sepulturas e urnas personalizadas, balões de gás soltos ao final das cerimônias, e o espargir das cinzas em bosques, sobre as raízes de árvores.

Jardim funerário em Bergish-Gladbach

Fonte: DW-World

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