50 anos sem Portinari

09/02/2012

No último dia 6 se completou o cinqüentenário de morte do artista brasileiro Cândido Portinari. Autor de mais de mil obras, Cândido foi expoente da arte brasileira durante o século XX, sendo premiado diversas vezes nos Estados Unidos e na Europa e se tornando um dos principais nomes da arte brasileira.

Ainda na adolescência, Portinari deixou o estado de São Paulo, onde nasceu, para ir para o Rio de Janeiro estudar na Escola Nacional de Belas Artes. Já aos 20 anos, já participava de exposições junto com nomes importantíssimos da época.

Em 1928, Portinari ganha como prêmio de um concurso uma viagem à Europa, onde conheceu excelentes referências de pintura e grandes artistas internacionais. Ele fica lá até 1946, quando volta mais afastado de suas raízes e com uma visão de arte totalmente renovada.

Na década de 40, um dos pontos mais altos de sua carreira, Portinari expõe boa parte de seus trabalhos no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Porém, em 1954, já novamente de volta ao Brasil, Cândido apresenta uma intoxicação de chumbo presente nas tintas que usava que o proíbe de pintar. Ele continua o seu trabalho e assim, em 1962, Cândido Portinari morre envenenado pelo uso de suas tintas tóxicas. Seu trabalho virou legado nacional e é supervalorizado inclusive no exterior.

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