Quando morre alguém que amamos

17/08/2012

Em edição da revista VEJA deste mês, a escritora Lya Luft escreve sobre perdas e luto. Vale ler pelo brilhantismo do texto: “A Morte, amiga indesejada, vai colhendo alguns dos que mais amamos, e os esconde nas suas largas mangas”, escreve a autora.
“É natural dizem: é inevitável, sabemos. Mas a gente não entende, não aprende, não conforma. Porque não se decifra esse enigma. Por que não somos bons alunos nessa dura escola”.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

Filhas de medalhista olímpico jogam cinzas do pai na pista do salto triplo em Londres

15/08/2012

Enquanto a final masculina do salto triplo era disputada na última quinta-feira, duas mulheres nas arquibancadas chegaram perto da pista e abriram a urna com as cinzas do pai, o saltador australiano George Avery, medalha de prata na modalidade em Londres no ano de 1948.
Os restos do medalhista foram levados pelo vento até a pista do salto triplo e se juntaram à caixa de areia onde os atletas finalizam suas tentativas. Foi uma homenagem das suas filhas, que entraram no estádio olímpico com as cinzas do pai e conseguiram burlar a segurança para espalhá-las pela arena.
Há 64 anos, o medalhista demorou três semanas em um voo da Austrália para Londres, em um avião que quebrou 13 vezes. Ele planejava competir no salto em distância e no salto triplo, mas acabou participando apenas da última prova, assim que recebeu alta do hospital. Avery morreu antes que pudesse realizar seu sonho de retornar a Londres, palco de sua conquista, para ver os Jogos Olímpicos de 2012.

Crematório Metropolitano disponibiliza cinco novas capelas

15/08/2012

Empreendimento agora conta com 10 capelas

O Crematório Metropolitano e Cemitério Parque Saint Hilaire coloca à disposição da comunidade gaúcha cinco novas capelas em seu empreendimento neste mês. Com a conclusão da obra, o empreendimento Saint Hilaire passa a ter uma das mais completas estruturas da região metropolitana de Porto Alegre, com dez capelas para velório, cremação e sepultamento no mesmo local, além de capela ecumênica para cerimônias de despedida, celebrações ecumênicas, missas e cultos de corpo presente.

O Crematório e Cemitério Parque Saint Hilaire é a melhor síntese entre a natureza e a funcionalidade a serviço do bem-estar. O local, planejado para a reflexão e contemplação, proporciona uma sensação de paz e serenidade necessária ao propósito de homenagem e tributo. O projeto arquitetônico prima pelo conforto e privacidade das famílias, em um ambiente diferenciado.
O empreendimento possui salas privativas de repouso para familiares com poltronas reclináveis e sistema de som independente para homenagens personalizadas, cafeteria com atendimento 24 horas, estacionamento exclusivo com 150 vagas para clientes e visitantes em local privativo e seguro, com portaria permanente.

Localizado na continuação da Avenida Bento Gonçalves, em frente ao parque homônimo na divisa entre Porto Alegre e Viamão, em uma área de mais de 15 hectares e 2,3 mil metros quadrados de área construída, o local conta com o primeiro Bosque In Memoriam do país, um recanto especialmente preparado para o espargimento das cinzas, reflexão e homenagens. Trata-se de um santuário ecológico que abriga árvores centenárias, lago, fontes, pássaros, reunidos em um lugar único.

Em operação desde 2005, o Crematório Metropolitano e Cemitério Parque Saint Hilaire faz parte do Grupo Cortel, um dos maiores no segmento de crematórios e cemitérios do Brasil. Mais informações no site www.parquesainthilaire.com.br ou pelo 0800 510 98 99.

Londrinos vão até os cemitérios para aproveitar sol

13/08/2012

Londrinos aproveitam o sol e passeiam nos cemitérios da Capital Britânica

Aproveitar o sol em Londres não é tarefa fácil por causa das condições climáticas da região onde fica a capital da Inglaterra. Acostumada às nuvens cinzentas e à chuva, a população não perde tempo e corre para aproveitar os escassos raios solares quando eles surgem. Um dos hábitos dos ingleses nesta época é tomar sol no Cemitério de Bromptom, onde as pessoas se exercitam, passeiam com a família e desfrutam da paz ensolarada do Cemitério.

Clique aqui para assistir ao vídeo do Portal R7 e saiba um pouco mais sobre este hábito britânico.

Histórias do Cemitério da Recoleta

13/08/2012

O blog Aires Buenos reuniu cinco histórias do cemitério da Recoleta, o mais famoso e tradicional da Argentina, que vão além da já tradicional visita à tumba de Evita.
As histórias mostram que, além dos mausoléus e da arte cemiterial, conhecer as histórias do lugar torna sua visita bem mais interessante. Confira hoje a segunda história desta série.

2. David Alleno, o coveiro que quis estrear a própria tumba

Desde sua fundação, o cemitério da Recoleta foi endereço fúnebre dos mais ricos. Ser sepultado no local era uma vontade de muitos, inclusive de David Alleno.
David era coveiro do cemitério e sonhava em passar a eternidade ali. Economizou durante toda sua vida para isso acontecer. Com a ajuda do seu irmão, viajou até a Itália, onde encomendou sua escultura (na foto). A lápide do coveiro foi encomendada já com o ano da sua morte, 1910. Quando perguntado sobre esse macabro detalhe pelos seus colegas de trabalho, David nada dizia.
No dia que sua tumba finalmente ficou pronta, David avisou a administração do cemitério que não trabalharia mais ali. Despediu-se dos colegas e foi embora. Ao chegar em casa, o coveiro suicidou-se.
No seu túmulo há uma estátua que o representa com sua antiga roupa de trabalho, uma regadeira, uma vassoura, um molho de chaves e os dizeres “David Alleno, cuidador en este cementerio 1881-1910″. Atualmente é o único feliz proprietário desse pedaço de terra.
Perdeu a primeira história da nossa série? Clique aqui.

Luto no rádio gaúcho

10/08/2012

Foto: Marcelo Oliveira / Diário Gaúcho

O radialista Nelson Marconi, de 60 anos, faleceu na noite da última quinta-feira (9) no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre, em função de um câncer. Com 25 anos de rádio, Marconi passou por emissoras como a Rádio Cidade, Atlântida FM, entre outras. Há 15 anos trabalhava na Rádio Farroupilha, onde apresentava o programa Farroupilha Dona da Madrugada. O corpo do radialista Nelson Marconi foi velado e cremado no Crematório Metropolitano Saint Hilaire, em Viamão.

Homenagens aos Pais

10/08/2012

Além da programação especial de Dia dos Pais do Crematório Metropolitano, outros empreendimentos do Grupo Cortel vão homenageá-los neste final de semana.

Confira:


Cemitério Parque Jardim São Vicente

O Cemitério Parque Jardim São Vicente (Av. Santos Ferreira, 3721, Canoas) faz uma homenagem ao Dia dos Pais neste domingo, dia 12. A missa in memoriam aos pais acontece às 10h.

Cemitério Parque Memorial da Colina
O Cemitério Parque Memorial da Colina (Av. Frederico Augusto Ritter, 6221, Cachoeirinha) homenageia os pais neste domingo, dia 12. A missa in memoriam acontece às 15h.


Homenagem aos pais no Crematório Metropolitano

08/08/2012

Para celebrar o Dia dos Pais, o Crematório Metropolitano convida você e seus familiares a participarem da programação especial em seus empreendimentos. Em São Leopoldo, no Crematório Metropolitano Cristo Rei, as cerimônias de homenagem acontecem em dois horários, às 10h e às 16h. Pela manhã terá participação do Quarteto de Cordas Presto, do Projeto MusiCâmara, com a coordenação de Lucia Passos. Na missa da tarde, a participação fica por conta do coral do grupo Renovai da Paróquia Duque. Durante todo o dia será realizada uma exposição de trabalhos feitos por alunos da APAE.
No Crematório Metropolitano São José, em Porto Alegre, a homenagem acontece no sábado, dia 11, às 15h30. Já no Crematório Metropolitano Saint Hilaire, na divisa de Porto Alegre e Viamão, a homenagem também será dividida em duas missas especiais, às 10h e às 16h.
O Dia dos Pais é a data de maior visitação a cemitérios e crematórios no Brasil, sendo superado apenas em Finados, segundo dados dos estabelecimentos citados. O segundo domingo de agosto supera, até mesmo, o Dia das Mães em homenagens aos falecidos pais.

Mais informações: 0800.51.2624

Como desatar o nó do luto

08/08/2012

No livro “Desatar o nó do luto”, José Eduardo Rebelo dá início ao estudo sobre as perdas emocionais profundas: a morte ou a separação das pessoas de quem mais gostamos. Biólogo e professor universitário, Rebelo perdeu a família há 12 anos num acidente: no carro iam a mulher, a filha de sete anos, a filha de um ano e a “esperança” que estava ainda na barriga da mãe. Numa tentativa de racionalizar as emoções sentidas, lançou-se em um mestrado em psicologia, orientando todas as pesquisas para a questão do luto. “Foi importante para perceber o que tinha vivido, que não há respostas para muitas questões e que temos de nos habituar a viver sem essas respostas”, explica.

O luto depende do grau de vinculação com a pessoa falecida, da personalidade de cada um, dos apoios que temos e da pressão social exercida – e foi por saber que, na maioria dos casos, há poucos apoios e muita pressão que José Eduardo decidiu publicar o livro Desatar o Nó do Luto (Editorial Notícias) e fundar a associação Apelo – Apoio à Pessoa em Luto.

Tristeza para as guitarras

06/08/2012

Compositor do sucesso “Aumenta que isso aí é Rock’n’Roll”, Celso Blues Boy deixa hoje o rock brasileiro de luto. O cantor faleceu na manhã desta segunda-feira, em Joinville, onde morava. Com 56 anos, Celso Ricardo Furtado sofria de câncer na garganta. O corpo já foi encaminhado para Blumenau, onde vai ser cremado.
Celso Ricardo Furtado de Carvalho nasceu no Rio de Janeiro, em janeiro de 1956. O cantor e guitarrista começou a tocar profissionalmente na década de 1970, com apenas 17 anos, iniciou sua carreira com Raul Seixas, além de acompanhar Sá & Saraiba e Luiz Melodia. Seis anos depois, montou a banda Legião Estrangeira. A fama veio a partir de 1980, quando mandou uma fita para a Rádio Fluminense, no Rio, voltada para o repertório roqueiro.

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