Novo filme sobre Chico Xavier

08/04/2011

Encerrando as comemorações do centenário de seu nascimento, estreou  essa semana o filme As mães de Chico Xavier, dirigido por Glauber Filho e Halder Gomes, os mesmos diretores de “Bezerra de Menezes”. Interpretando o médium, Nelson Xavier, que também desempenhou este papel em “Chico Xavier”, a cine-biografia dirigida por Daniel Filho.

O roteiro é baseado no livro “Por trás do Véu de Ísis”, do jornalista Marcel Souto Maior. Ao centro da história estão três mulheres com dilemas que envolvem a vida e o além. Ruth (Via Negromonte) é casada com Mário (Herson Capri), produtor de televisão, cujo filho, Raul (Daniel Dias) está envolvido com drogas. O casamento de Elisa (Vanessa Gerbelli) está em crise, e ela deposita toda sua esperança no filho pequeno (Gabriel Pontes). E Lara (Tainá Muller) descobre-se grávida de seu namorado (Gustavo Falcão), que ganhou uma bolsa de estudos na Espanha. Ela cogita fazer um aborto.

Como na estrutura dos filmes do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu, as três histórias correm em paralelo até convergirem na figura do médium. Caio Blat interpreta Karl, um repórter de televisão que é uma espécie de alterego de Souto Maior. O rapaz é incumbido de entrevistar Chico Xavier, e comprovar a veracidade das cartas.

Outras informações http://www.asmaesdechicoxavier.com.br

Palestra com Dom Dadeus Grings

07/04/2011

O Crematório Metropolitano São José promove palestra do já tradicional Projeto de Apoio a Enlutados (PAE). Trata-se de uma proposta ampliada com palestras temáticas voltadas para uma maior compreensão da relação entre a religiosidade e o luto.

A primeira edição do ano acontece neste sábado,  tendo como tema “Deus e o Luto” e terá como palestrante o Arcebispo Metropolitano de Porto Alegre, Dom Dadeus Grings.

Projeto de Apoio a Enlutados (PAE)

Crematório Metropolitano São José

09 de abril, às 15h

Outras informações: www.crematoriometropolitano.com.br

0800 51 26 24

Endereço: Av. Professor Oscar Pereira, 584 em Porto Alegre

Frase do dia

07/04/2011

Quem venceu o medo da morte venceu todos os outros medos.
Mahatma Gandhi

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Por que o preto é usado como símbolo de luto?

06/04/2011

O costume de usar preto em datas de luto surge no Império Romano, onde togas pretas eram usadas durante períodos de luto. Durante a Idade Média e a Renascença, a cor preta foi se popularizando, tornando-se um padrão após o massacre do Dia de São Bartolomeu, na França. Elizabeth I e sua corte estiveram presente no funeral vestindo preto da cabeça aos pés. Mulheres em período de luto assim, como viúvas, costumavam usar véus pretos para sinalizar sua perda. Em áreas rurais de países como México, Portugal, Espanha, Itália e Grécia, viúvas vestem preto para o resto de suas vidas, e os parentes mais próximos utilizam a cor por longos períodos.

Em diversos a cor do luto varia:

No Brasil, Japão e na Europa, usa-se preto, que é a privação da luz.

Na China, e em diversos países africanos, o branco.
Na Síria, o azul celeste, cor do Céu, para onde se deseja que os mortos vão.
Na Etiópia, o cinza, cor em que se convertem os cadáveres.
Na Índia, o vermelho, que é a cor do fogo, que consome os corpos.
No Egito, a cor da folha seca, que representa o fim da vida.

Em alguns lugares da Grécia, ainda hoje é possível ver senhoras andando pelas ruas todas vestidas de preto, o que significa que estão em luto.

Em alguns lugares da Grécia, ainda hoje é possível ver senhoras andando pelas ruas todas vestidas de preto, o que significa que estão em luto.

Frase do dia

06/04/2011

Há muitas razões para duvidar e uma só para crer.

Carlos Drummond de Andrade

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Frase do dia

05/04/2011

Acho bem razoável a crença celta de que as almas daqueles que perdemos estão cativas em algum ser inferior, em um animal, um vegetal, uma coisa inanimada, perdidas para nós, com efeito, até o dia, que para muitos nunca chega, onde nos ocorre passar perto da árvore, entrar na posse do objeto que é sua prisão. Elas então tremem, nos chamam, e assim que as tenhamos reconhecido, o encanto é quebrado. Por nós libertadas, elas venceram a morte e retornam a viver conosco.”

Marcel Proust

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Frase do dia

04/04/2011

“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”.

Frase no túmulo de Allan Kardec, em Paris

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Em cartaz: A Árvore

01/04/2011

Baseado no livro Our Father Who Art in the Tree, de Judy Pascoe, o novo longa da francesa Julie Bertucelli, diretora de Desde que Otar Partiu, está em cartaz nos cinemas do Brasil.

Um drama sensível e emocionante, A Árvore trata de um tema que teria tudo para ser denso com leveza e lirismo. O enredo traz a história da família

O’Neil: mãe, pai e quatro filhos que vivem felizes numa pequena aldeia da Austrália. Um dia, tudo muda. A morte trágica e inesperada do patriarca abala a todos, gerando uma onda de tristeza e depressão pela casa.

Cada um reage de uma maneira, mas Simone (Morgana Davies), a filha de oito anos, não quer se entregar ao luto. A garotinha passa horas dos seus dias sentada nos galhos da grande figueira no jardim da casa, onde ela acredita que o espírito do pai esteja e onde, para ela, é possível se comunicar com ele.

Apesar de conseguir enganar a tristeza quando está na árvore, Simone tem que aceitar que a vida precisa continuar. É o que faz a jovem viúva Dawn (Charlotte Gainsbourg), disposta inclusive a encontrar um novo amor. Com destaque para as interpretações de Morgana e Charlotte, A Árvore é uma bem sucedida combinação de fotografia, lirismo e realismo fantástico, com uma mensagem emocionante.


FICHA TÉCNICA
Diretor: Julie Bertucelli
Elenco: Charlotte Gainsbourg, Marton Csokas, Morgana Davies, Aden Young
Produção: Julie Bertucelli, Yael Fogiel, Sue Taylor
Roteiro: Judy Pascoe, Elizabeth J. Mars
Fotografia: Nigel Bluck
Trilha Sonora: Grégoire Hetzel
Duração: 102 min.
Ano: 2010
País: França/ Austrália
Gênero: Drama
Distribuidora: Pandora Filmes
Estúdio: Dorje Film / Backup Films / Goalpost Pictures / Taylor Media / Les Films du Poisson
Classificação: 12 anos

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